Excipientes e Adjuvantes Farmacotécnicos

28 de abril de 2011



Excipientes, anteriormente vistos como meras substâncias capazes de facilitar a administração e proteger o fármaco, são considerados, nos dias atuais, como constituintes essenciais, que garantem o desempenho do medicamento e otimizam a obtenção do efeito terapêutico. No passado, a atenção da indústria farmacêutica e dos órgãos de regulamentação direcionava-se, principalmente, para o controle da qualidade do fármaco, dando atenção menor aos excipientes. 

Todavia, a evolução tecnológica, econômica, científica e dos fatores de regulamentação, possibilitaram a observação de considerações especiais acerca do papel dos excipientes, de acordo com suas características físicas, inerentes ao emprego dos mesmos nos processos produtivos e na liberação do fármaco a partir da forma farmacêutica .


CONTEÚDO:

1. Evolução do conceito

2. Biofarmacotécnica X Biodisponibilidade

3. Influência dos excipientes na liberação do fármaco

4. Características dos excipientes

5. Função dos excipientes
5.1 Principais excipientes farmacotécnicos
5.3 Considerações gerais sobre alguns dos principais adjuvantes farmacotécnicos:
5.3.1 Flavorizantes
5.3.2. Corantes
5.3.3. Antioxidantes
5.3.3.1 Uso adequado de agentes antioxidantes
5.3.3.1.1 Antioxidantes para sistemas aquosos
5.3.3.1.2 Antioxidantes para sistemas oleosos
5.3.3.1.3. Sugestões de sistemas antioxidantes para algumas formulações magistrais:
5.3.3.1.4.Sugestões de sistemas antioxidantes para formulações com hidroquinona e associações mais comuns
5.3.4 Conservantes
5.3.5 Edulcorantes

6. Caracterização dos excipientes

7. Desenvolvimento de novos excipientes
7.1 Biopolímeros
7.1.1 Polímeros acrílicos e metacrílicos
7.1.2 Polímeros derivados da celulose

8. Principais excipientes farmacotécnicos empregados na manipulação de formas far-macêuticas magistrais
8.1 Polímeros derivados da celulose empregados agentes espessantes e gelificantes:
8.1.1 Hidroxietilcelulose (Natrosol, Cellosize)
8.1.2 Hidroxipropilmetilcelulose (Methocel)
8.1.3 Metilcelulose (Methocel)
8.1.4 Carboximetilcelulose sódica (CMC-Na)
8.1.5 Hidroxipropilcelulose (HPC, Klucel)
8.2 Polímeros derivados dos ácidos acrílico e metacrílico empregados como agentes gelificantes
8.3. Principais excipientes para pomadas
8.3.1.Vaselina sólida (Petrolato ou gel de petrolato)
8.3.2.Parafina sólida (Parafina, Parafina dura)
8.3.3. Gel de Petrolato-Polietileno - Plastibase (Unigel - Chemyunion)
8.3.4.Lanolina (lanolina anidra, lanolina refinada, suarda, Adeps lana)
8.3.5.Lanolina hidratada
8.3.6.Polietilenoglicóis (PEG 400, PEG 600, PEG 3350, PEG 4000)
8.4. Agentes emulsificantes
8.5. Surfactantes
8.6. Surfactantes Aniônicos
8.7. Surfactantes Catiônicos
8.8. Surfactantes não-iônicos
8.9. Veículos líquidos, solventes e co-solventes
8.9.1. Água
8.9.2. Álcool etílico (Etanol)
8.9.3. Álcool isopropílico (isopropanol)
8.9.4. Glicerina
8.9.5. Propileno glicol (PPG)
8.9.6. Polietilenoglicol 400 (Carbowax® 400)
8.9.7. Dimetilsulfóxido (DMSO)
8.9.8. Acetona (2-propanona)
8.9.9. Éter etílico (éter sulfúrico)
8.9.10. Óleo Mineral (petrolato líquido)
8.9.11. Óleos vegetais fixos
8.10. Principais excipientes empregados no preparo de emulsões tópicas
8.10.1. Álcool cetílico (C16H34O, Hyfatol 16-95)
8.10.2. Álcool estearílico
8.10.3. Álcool cetoestearílico (Lanette O)
8.10.4. Ácido esteárico (ácido octodecanóico, estearina)
8.10.5. Monoestearato de glicerila (Ácido octadecanóico, MEG, Cutina GMS, Cithrol GMS)
8.10.6. Cera de ésteres cetílicos (cetil esters, espermacete sintético, Crodamol SS, Cutina CP)
8.10.7. Cera auto emulsificante não-iônica (cera emulsificante não-iônica, nonionic e-mulsifying wax, Polawax, PolawaxGP 200, Uniox C, Chembase NF, Lipowax P)
8.10.8. Cera autoemulsificante aniônica (Anionic emulsifying wax, cera emulsificante aniônica, Lanette N, Lanette SX, Lanette WB)
8.11. Bases para supositórios e óvulos
8.11.1 Base graxa para supositório (Novata, Suppocire, Witepsol)
8.11.2. Manteiga de cacau
8.11.3. Base com Polietilenoglicóis ou PEGs (bases hidrófilas ou hidrossolúveis):
8.11.4. Gelatina
8.12. Miscelânea
8.12.1. Polietilenoglicóis
8.12.2. Bentonita (Veegun)
8.12.3. Polaxamero 407 ( Pluronic F127)
8.13. Agentes surfactantes
8.13.1 Lauril sulfato de sódio (LSS)
8.13.2 Polissorbatos (Tween 20, 60 ou 80)
8.13.3 Docusato sódico
8.14. Excipiente empregado como agente seqüestrante
8.14.1 EDTA –Na2

9. Critérios para escolha de excipientes para cápsulas duras
9.1. Introdução
9.2. Sistema de Classificação Biofarmacêutica (SCB) no desenvolvimento de formas farmacêuticas orais

10. Excipientes e formulação de pós para encapsulação
10.1. Fatores que influenciam nas propriedades de enchimento de cápsulas com mistura de pós:
10.1.1. Forças eletrostáticas em pós e pellets
10.1.2. Excipientes que influenciam na liberação dos fármacos veiculados em cápsulas
10.1.3. Excipientes que podem ser utilizados para aumentar a compatibilidade de mis-turas eutéticas, substâncias deliquescentes e substâncias higroscópicas
10.1.4. Composição básica de um excipiente em pó para cápsula
10.1.5.Informações básicas sobre diluentes e outros adjuvantes empregados como excipientes

11. Excipientes semi-sólidos e líquidos para uso em cápsulas

12. Excipientes para cápsulas com sistemas de matrizes hidrofílicas (Cápsulas de liberação lenta)

2 comentários:

Fábio Moraes disse...

Maravilhoso este trabalho. Muito obrigado Sérgio! Fabio - Sorocaba/SP.

Anônimo disse...

ADOREI! Obrigada por disponibilizar essa apostila!

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