No contexto dos numerosos eventos que vêem assinalando a execução dos Planos Nacionais de Desenvolvimento, como marcos históricos no crescimento global do país, não poderia estar ausente o setor Saúde e, dentre as suas realizações básicas, o lançamento da Farmacopéia Brasileira, em edição revista e atualizada, para os tempos de hoje.
A revisão realizada sobre a edição anterior foi laboriosa e minuciosa, de molde a que pudessem os meios interessados, contar com um instrumento de normas e consultas da maior credibilidade e segurança, o que se evidenciará ao se examinarem as grandes modificações acrescidas no texto atual.
Considerou-se, e muito, que a experiência internacional ganhou mais fortes convicções de que os fármacos utilizados, e os meios de sua identificação e controle, cada vez mais se generalizam. Conquanto legítimo fortalecer-se os fundamentos dos valores terapêuticos regionalizados, sobressai, por evidente a uniformização dos controles. A parte os recursos terapêuticos advindos da flora — com representatividade cada vez menor — a responder pelas distinções locais, crescem os quimioterápicos, no volume e na qualidade, favorecendo a uniformização dos métodos de identificação e controle, Decorreram daí as Farmacopéias Européias e Internacional, esta última ganhando estatura de parâmetro a respeitar e acolher.
Não foi outro o roteiro da Comissão. No quanto foi possível, prevaleceram as normas da Organização Mundial da Saúde. Assim, a nomenclatura latina precedendo a nacional, o nome químico e a fórmula molecular, e mesmo os métodos gerais de análises.
Não se perdeu de vista os recursos laboratoriais dentro da realidade nacional. Por isso mesmo, e quando possível e necessário, adotaram-se métodos diversos, simples e sofisticados, para um mesmo exame. Por outro lado, tendo presente como necessidade incontornável a precisa identificação dos agentes terapêuticos constantes dos fitofármacos, só foram incluídos na Farmacopéia aqueles para os quais já dispomos de métodos eficazes de identificação e doseamento. Edições subseqüêntes sob a forma de Suplementos, e o próprio Formulário Nacional — que certamente se editará — virão preencher lacunas existentes.
A vasta listagem de novos agentes terapêuticos obriga, necessariamente, ajuizar sua efetiva necessidade a nível nacional.
A indústria farmacêutica foi convidada a se manifestar, oferecendo subsídios por via das entidades representativas, contribuição essa que mereceu judiciosa triagem da Comissão.
Acresce, ainda, que a par dessa relação e dos subsídios, tomou-se por legítimo, também, um levantamento dos medicamentos de maior representatividade no receituário e consumo nacionais.
Tem-se, pois, que esse elenco e, mais, as monografias revistas, remanescentes da 2ª edição, constituem, no todo, o acervo monográfico da 3ª edição da Farmacopéia Brasileira.
Por certo restarão outras monografias a acrescentar, tanto como algumas existentes, ou persistentes, talvez possam estar suscetíveis de supressão. Esta evidência só fala em favor da própria Farmacopéia, dinâmica como a terapêutica, e pendente de atualizações mais freqüentes, como soe ser a própria Farmacologia.
Tendo em conta que a 2ª edição da Farmacopéia Brasileira encontra-se esgotada, e que muitas monografias constantes da mesma, não revistas, representam ainda fonte bibliográfica de mérito e com força legal, decidiu a Comissão que o 1º Suplemento da 3ª edição representará, no todo e exclusivamente, o constante daquele acervo, a se publicar em seqüência imediata a desta nova edição.
Críticas, correções e reparos, que se espera, todos serão compreensivelmente aceitos. E roga-se, desde agora, que sejam feitos de modo claro e objetivo, para maior facilidade das edições que se sucederão. Todos eles, quando construtivos, representarão valioso subsídio para o aprimoramento da Farmacopéia Brasileira, tanto quanto este trabalho pretende ser, no confronto natural com a edição anterior.
Obs: Este e-book está disponível gratuitamente no site da Anvisa (link direto)
Farmacopéia Brasileira 3ª Edição
4 de maio de 2010
0 comentáriosFarmacopéia Brasileira 4ª Edição - Parte I - Generalidades e Métodos
22 de abril de 2010
8 comentários
O presente volume constitui a Parte I da Farmacopéia e compreende as generalidades e os métodos gerais de análise. A Parte II será constituída de monografias de matérias-primas e especialidades farmacêuticas, publicadas em fascículos. Um índice indicará o título das monografias, seus números de referência e a data para sua entrada em vigor.
A Farmacopéia Brasileira em sua 4ª edição tem vigência em todo o Território Nacional. A nomenclatura, os métodos de identificação e análise e todos os demais dados nela contidos prevalecem sobre quaisquer outros assinalados em códigos farmacêuticos diversos. Nos casos omissos, podem ser utilizados a Farmacopéia Internacional, a Farmacopéia Européia e outros códigos farmacêuticos em suas últimas edições.
As monografias da Farmacopéia Brasileira 4ª edição estabelecem parâmetros que o produto deverá satisfazer a qualquer tempo durante seu período de uso e não para serem interpretados somente como especificações para liberação por parte do fabricante. A não inclusão de um fármaco ou adjuvante de fabricação na 4ª edição da Farmacopéia Brasileira não dispensa estas substâncias de análise segundo outros códigos oficiais; assim como a presença de impureza não descrita especificamente na Farmacopéia não significa que a substância pode ser usada pelo simples fato de a Farmacopéia não a especificar. Nestes casos, a decisão deve ser tomada com base no bom senso técnico e nas boas práticas de fabricação.
Farmacopéia Brasileira – 4ª Edição – Parte II - Monografias
Link para download dos 6 Fascículos juntos – 30,6Mb
A quarta edição da Farmacopéia Brasileira possui duas partes sendo a parte I composta por generalidades e métodos de análise e a parte II composta de monografias em , até o momento, 6 fascículos.
O Fascículo 1 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Portaria Nº 175, republicada em 19 de junho de 1996.
Obs: Este fascículo está disponível gratuitamente no site da Anvisa (link direto)
O Fascículo 2 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Resolução-RDC Nº 106 dia 27 de dezembro de 2000.
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O Fascículo 3 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Resolução-RDC nº 199, de 12 de julho de 2002.
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O Fascículo 4 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Resolução-RDC nº 150, de 17 de junho de 2003.
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O Fascículo 5 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Resolução-RDC nº73, de 13 de abril de 2004.
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O Fascículo 6 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Resolução-RDC Nº 313 dia 25 de outubro de 2005.
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A identificação das monografias na Parte II é efetuada pelo número de série e o ano da publicação de sua última versão.
Os textos e monografias publicados nos presentes Fascículos anulam os textos e monografias publicados, anteriormente, nesta edição ou em outras edições da Farmacopéia Brasileira sendo válido o texto de publicação mais recente.
Dica: Para encontrar qualquer palavra em um arquivo .pdf segure a tecla Ctrl e aperte a tecla F, aparecerá um quadrado onde você deve escrever a palavra que está procurando. Pressione Enter para localizar a palavra.
Farmacopéia Homeopática Brasileira – 2ª Edição – Parte I – Métodos Gerais
21 de abril de 2010
0 comentáriosApós cerca de vinte anos, vem à luz a 2a Edição da Farmacopéia Homeopática Brasileira - Parte Geral - revista e atualizada. E essa cristalização da Farm. Hom. Bras. II representa a luta e o empenho de uma categoria profissional - a farmacêutica - na busca constante para oferecer aos usuários da Homeopatia medicamentos confiáveis e reprodutíveis porque padronizados na sua elaboração, produzidos, manipulados e dispensados de acordo com o que há de mais atual, técnica e cientificamente, no que diz respeito ao medicamento homeopático e, em particular, a farmacotécnica homeopática.
Esta 2a Edição, passa a ser, então, o Código Oficial de todos os farmacêuticos homeopatas do país, assim como obra de consulta para os clínicos que trabalham dentro desta modalidade terapêutica, que é a homeopatia. Acatá-la e seguí-la, na obediência às técnicas e aos preceitos farmacopeicos nela contidos - representará, com toda certeza, a padronização, a reprodutibilidade, a qualidade e a confiabilidade que todo e qualquer medicamento deve ter. E, desde que um dado medicamento seja reprodutível, sob todos os aspectos e não apenas quanto à sua forma farmacêutica, mas também quanto à sua qualidade, por inteiro, também o será na resposta e resultados terapêuticos que dele são esperados.
O que todos almejam, através deste trabalho, é que o clínico e o consumidor ou o usuário do medicamento homeopático, tenham à sua disposição algo que lhes possa dar a certeza plena, a tranqüilidade da resposta terapêutica desejada, uma vez precedida de diagnóstico e medicação corretas, isto porque, têm à sua disposição medicamento, técnica e cientificamente, perfeito.
Sem dúvida alguma, a segurança e a tranquilidade almejadas somente poderão ser alcançadas se o medicamento for de boa qualidade e a mesma só se consegue uma vez obedecidas as técnicas, as normas e as especificações respectivas, não apenas e tão somente, aquelas relativas à qualidade do próprio insumo - ativo ou inerte - mas também aquelas relativas à sua própria farmacotécnica específica, caso a caso.
A Portaria nº1180 de 19 de agosto de 1997 aprova a Parte 1, da 2ª Edição da Farmacopéia Homeopática Brasileira.
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Farmacopéia Homeopática Brasileira - 2ª Edição - Parte II - Fascículo 1
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WHO Monographs on Selected Medicinal Plants Vol. 1, 2, 3, 4
17 de março de 2010
0 comentáriosA
Fructus Agni Casti, 4, 9
Bulbus Allii Cepae, 1, 5
Bulbus Allii Sativi, 1, 16
Aloe, 1, 33
Aloe Vera Gel, 1, 43
Radix Althaeae, 2, 5
Fructus Ammi Majoris, 3, 9
Fructus Ammi Visnagae, 3, 23
Herba Andrographidis, 2, 12
Fructus Anethi, 3, 33
Radix Angelicae Sinensis, 2, 25
Aetheroleum Anisi, 3, 42
Fructus Anisi, 3, 53
Semen Armeniacae, 3, 64
Flos Arnicae, 3, 77
Radix Astragali, 1, 50
Folium Azadirachti, 3, 88
Oleum Azadriachti, 3, 102
B
Cortex Berberidis, 4, 30
Gummi Boswellii, 4, 48
Fructus Bruceae, 1, 59
Radix Bupleuri, 1, 67
C
Flos Calendulae, 2, 35
Semen Cardamomi, 4, 61
Flos Carthami, 3, 114
Flos Caryophylli, 2, 45
Herba Centellae, 1, 77
Flos Chamomillae, 1, 86
Fructus Chebulae, 4, 71
Rhizoma Cimicifugae Racemosae, 2, 55
Cortex Cinnamomi, 1, 95
Rhizoma Coptidis, 1, 105
Folium cum Flore Crataegi, 2, 66
Stigma Croci, 3, 126
Semen Cucurbitae, 4, 83
Rhizoma Curcumae Longae, 1, 115
Folium Cynarae, 4, 92
E
Radix Echinaceae, 1, 125
Herba Echinaceae Purpureae, 1, 136
Radix Eleutherococci, 2, 83
Herba Ephedrae, 1, 145
Aetheroleum Eucalypti, 2, 97
Folium Eucalypti, 2, 106
F
Fructus Foeniculi, 3, 136
Cortex Frangulae, 2, 114
G
Radix Gentianae Luteae, 3, 150
Radix Gentianae Scabrae, 3, 160
Folium Ginkgo, 1, 154
Radix Ginseng, 1, 168
Radix Glycyrrhizae, 1, 183
Cortex Granati, 4, 108
Pericarpium Granati, 4, 117
Folium Guavae, 4, 127
Gummi Gugguli, 3, 169
H
Folium et Cortex Hamamelidis, 2, 124
Radix Harpagophyti, 3, 182
Semen Hippocastani, 2, 137
Rhizoma Hydrastis, 3, 194
Herba Hyperici, 2, 149
I
Radix Ipecacuanhae, 3, 204
Lichen Islandicus, 4, 140
L
Aetheroleum Lavandulae, 3, 219
Flos Lavandulae, 3, 229
Strobilus Lupuli, 3, 236
M
Fructus Macrocarponii, 4, 149
Cortex Magnoliae, 4, 167
Aetheroleum Melaleucae Alternifoliae, 2, 172
Folium Melissae, 2, 180
Aetheroleum Menthae Piperitae, 2, 188
Folium Menthae Piperitae, 2, 199
Herba Millefolii, 4, 179
Fructus Momordicae, 4, 192
Gummi Myrrha, 3, 247
Fructus Myrtilli, 4, 210
O
Folium Ocimi Sancti, 2, 206
Oleum Oenotherae Biennis, 2, 217
P
Radix Paeoniae, 1, 195
Radix Panacis Quinquefolii, 4, 226
Herba Passiflorae, 3, 257
Cortex Phellodendron, 4, 244
Rhizoma Picrorhizae, 4, 258
Rhizoma Piperis Methystici, 2, 231
Semen Plantaginis, 1, 202
Testa Plantaginis, 3, 268
Radix Platycodi, 1, 213
Cortex Pruni Africanae, 2, 246
R
Radix Rauwolfiae, 1, 221
Radix Rehmanniae, 3, 286
Cortex Rhamni Purshianae, 2, 259
Rhizoma Rhei, 1, 231
Oleum Ricini, 4, 271
Aetheroleum Rosmarini, 4, 284
Folium Rosmarini, 4, 294
S
Cortex Salicis, 4, 309
Flos Sambuci, 2, 269
Fructus Schisandrae, 3, 296
Radix Scutellariae, 3, 314
Radix Senegae, 2, 276
Folium Sennae, 1, 241
Fructus Sennae, 1, 250
Fructus Serenoae Repentis, 2, 285
Fructus Silybi Mariae, 2, 300
T
Herba Tanaceti Parthenii, 2, 317
Radix cum herba Taraxaci, 3, 328
Herba Thymi, 1, 259
Fructus Tribuli, 4, 323
Flos Trifolii, 4, 335
Semen Trigonellae foenugraeci, 3, 3
U
Cortex Uncariae, 3, 349
Ramulus cum Uncis Uncariae, 4, 35
Radix Urticae, 2, 329
Folium Uvae Ursi, 2, 342
V
Herba Valerianae, 1, 267
Cortex Viburni Prunifolii, 4, 364
W
Radix Withaniae, 4, 373
Z
Rhizoma Zingiberis, 1, 277
Fructus Zizyphi, 3, 359
Anvisa regulamenta o uso de plantas medicinais de tradição popular
16 de março de 2010
2 comentários
Os benefícios das chamadas “drogas vegetais” passam de geração em geração. Quase todo mundo já ouviu falar de alguma planta, folha, casca, raiz ou flor que ajuda a aliviar os sintomas de um resfriado ou mal-estar. Unindo ciência e tradição, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer popularizar esse conhecimento, esclarecendo quando e como as drogas vegetais devem ser usadas para se alcançar efeitos benéficos. A medida faz parte da RDC 10, publicada nesta quarta-feira (10). “O alho é um famoso expectorante e muita gente tem o hábito de usá-lo com água fervente. No entanto, para aproveitar melhor as propriedades terapêuticas, o ideal é deixá-lo macerar, ou seja, descansar em água à temperatura ambiente”, explica a coordenadora de fitoterápicos da Anvisa, Ana Cecília Carvalho.
Inaladas, ingeridas, usadas em gargarejos ou em banhos de assento, as drogas vegetais têm formas específicas de uso e a ação terapêutica é totalmente influenciada pela forma de preparo. Algumas possuem substâncias que se degradam em altas temperaturas e por isso devem ser maceradas. Já as cascas, raízes, caules, sementes e alguns tipos de folhas devem ser preparados em água quente. Frutos, flores e grande parte das folhas devem ser preparadas por meio de infusão, caso em que se joga água fervente sobre o produto, tampando e aguardando um tempo determinado para a ingestão.
Clique aqui para baixar a tabela que contém a forma correta de preparo em cada caso
Outra novidade da resolução diz respeito à segurança: a partir de agora as empresas vão precisar notificar (informar) à Agência sobre a fabricação, importação e comercialização dessas drogas vegetais no mínimo de cinco em cinco anos. Os produtos também vão passar por testes que garantam que eles estão livres de microrganismos como bactérias e sujidades, além da qualidade e da identidade.
Além disso, os locais de produção deverão cumprir as Boas Práticas de Fabricação, para evitar que ocorra, por exemplo, contaminação durante o processo que vai da coleta, na natureza, até a embalagem para venda. As embalagens dos produtos deverão conter, dentre outras informações, o nome, CNPJ e endereço do fabricante, número do lote, datas de fabricação e validade, alegações terapêuticas comprovadas com base no uso tradicional, precauções e contra indicações de uso, além de advertências específicas para cada caso.
Drogas Vegetais e FitoterápicosAs drogas vegetais não podem ser confundidas com os medicamentos fitoterápicos. Ambos são obtidos de plantas medicinais, porém elaborados de forma diferenciada. Enquanto as drogas vegetais são constituídas da planta seca, inteira ou rasurada (partida em pedaços menores) utilizadas na preparação dos populares “chás”, os medicamentos fitoterápicos são produtos tecnicamente mais elaborados, apresentados na forma final de uso (comprimidos, cápsulas e xaropes).
Todas as drogas vegetais aprovadas na norma são para o alívio de sintomas de doenças de baixa gravidade, porém, devem ser rigorosamente seguidos os cuidados apresentados na embalagem desses produtos, de modo que o uso seja correto e não leve a problemas de saúde, como reações adversas ou mesmo toxicidade. As informações são da Impresa Anvisa.
Sugestão: Marta Rodrigues via e-mail
Planilha Excel para Controle de Qualidade 2010
7 de janeiro de 2010
6 comentáriosOBS: CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
1) Ao abrir a planilha repare que abaixo existem 6 abas RE, Espec., Laudos, Etiquetas, Gráficos e Peso Auto. Na primeira aba, RE ou Registro de Entradas é onde você colocará as entradas das suas materias-primas, preencha com todos os dados disponíveis na Nota Fiscal e laudos do seu fornecedor.

2) Na aba Especs. você tem todas as especificações de matérias primas, em um filtro alfabético conforme figura abaixo, caso a matéria prima não esteja na lista ela pode ser introduzida, basta descer a planilha até a última especificação e introduzir a próxima, o número à frente do nome é o código da matéria prima.

3) Na aba RE, introduza na coluna Cod. o código da matéria prima e ela aparecerá na coluna Descrição.
4) Depois de pronto o Registro de Entrada, vá para a aba Laudos e digite somente o número do Registro de Entrada para obter o Laudo pronto para ser impresso.
5) Para imprimir as etiquetas é simples, basta digitar o RE no quadrado indicado e mandar imprimir.
Qualquer dúvida deixe seu comentário e e-mail para contato.
Requisitos de um Sistema de Gestão da Qualidade conforme a NBR ISO 9001
4 de janeiro de 2010
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Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde
17 de novembro de 2009
0 comentários
Formulações Magistrais para Uso Veterinário
15 de setembro de 2009
0 comentários
Conteúdo:
- Antibióticos
- Antibióticos, Antimicrobianos e Bacteriostáticos
- Antibióticos Macrolídeos e Lincosamidas
- Antibióticos Beta-Lactâmicos: Penicilinas
- Antibióticos do Grupo das Quinolonas
- Antifúngicos (Antimicóticos)
- Anti-Seborréicos
- Anti-Sépticos
- Cardiovasculares
- Vasodilatadores e Anti-Hipertensivos
- Atirrítmicos, Beta-Bloqueadores e Bloqueadores dos Canais de Cálcio
- Gastrointestinais Antiácidos
- Antieméticos
- Exofagite por Refluxo
- Úlcera Gástrica
- Inibidores da Bomba de Prótons
- Otológicos
- Piodermites Canina e Felina
- Sarnas (Escabiose)
- Sarna Demodécica
- Sarna Sarcóptica (Notoédrica)
- Sarna Otodécica
- Sistema Urinário
- Analgésicos
- Antiflamatório
- Higiene e Beleza (Cosmética)
- Shampoo Antiqueda
- Shampoo para Pêlos Danificados
- Shampoo Hidratante
- Shampoo Líquido Desembaraçador
- Condicionador com Ceramidas
- Abrilhador e Repelente com Óleo de Citronela
- Protetor Solar 30 (Fator Aproximado 30)
Tutorial: WinRAR - Compactar/Descompactar Arquivos
10 de setembro de 2009
0 comentários
Formulário de Medicina Esportiva
22 de junho de 2009
1 comentários
1120 Fórmulas Dermatológicas para Farmácia de Manipulação
4 de junho de 2009
2 comentários
Planilha da Hora Marcada - Modelo 2
2 de junho de 2009
0 comentáriosComo cada farmácia de manipulação tem as suas particularidades, estamos divulgando um segundo modelo de planilha para agendamento de fórmulas na área de vendas, esperamos que alguma delas seja útil para facilitar o agendamento dos prazos de entrega das receitas da sua farmácia.
Caso não tenha visto o primeiro modelo da Planilha Hora Marcada clique aqui!
Planilha da Hora Marcada
2 de abril de 2009
0 comentáriosGuia de Controle de Qualidade de Produtos Cosméticos - Uma Abordagem sobre os Ensaios Físicos e Químicos
26 de março de 2009
2 comentários
32 Sugestões para Procedimentos Operacionais Padrão
2 de março de 2009
2 comentários
Cartazes e Manual - Como Lavar as Mãos
20 de fevereiro de 2009
0 comentários
CONTEÚDO:
- Cartaz de Higienização Simples das Mãos
- Cartaz de Higienização das Mãos com preparações alcoólicas (Gel ou Solução a 70% com 1-3% de Glicerina)
- Cartaz de Esquematização de Higienização Simples das Mãos
- Manual Como Lavar as Mãos
INTRODUÇÃO
OBJETIVOS
MICROBIOLOGIA DA PELE
TÉCNICAS PARA LAVAR AS MÃOS
1- Técnicas e indicações
a) Lavagem básica das mãos
b) Lavagem e anti-sepsia das mãos
b.1- Pré-procedimentos cirúrgicos
b.2- Outros procedimentos de risco
c) Anti-sepsia direta das mãos, sem lavagem prévia com água e sabão
2- Materiais e equipamentos necessários
Água
Pias
Dispensadores de sabão líquido e anti-sépticos
Porta-papel-toalha (suporte) e papel-toalha
3- Produtos químicos indicados
Germicidas
Sabões
86 Literaturas EmbraFarma
18 de fevereiro de 2009
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