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Farmacopéia Brasileira 3ª Edição

4 de maio de 2010

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No contexto dos numerosos eventos que vêem assinalando a execução dos Planos Nacionais de Desenvolvimento, como marcos históricos no crescimento global do país, não poderia estar ausente o setor Saúde e, dentre as suas realizações básicas, o lançamento da Farmacopéia Brasileira, em edição revista e atualizada, para os tempos de hoje.

A revisão realizada sobre a edição anterior foi laboriosa e minuciosa, de molde a que pudessem os meios interessados, contar com um instrumento de normas e consultas da maior credibilidade e segurança, o que se evidenciará ao se examinarem as grandes modificações acrescidas no texto atual.

Considerou-se, e muito, que a experiência internacional ganhou mais fortes convicções de que os fármacos utilizados, e os meios de sua identificação e controle, cada vez mais se generalizam. Conquanto legítimo fortalecer-se os fundamentos dos valores terapêuticos regionalizados, sobressai, por evidente a uniformização dos controles. A parte os recursos terapêuticos advindos da flora — com representatividade cada vez menor — a responder pelas distinções locais, crescem os quimioterápicos, no volume e na qualidade, favorecendo a uniformização dos métodos de identificação e controle, Decorreram daí as Farmacopéias Européias e Internacional, esta última ganhando estatura de parâmetro a respeitar e acolher.

Não foi outro o roteiro da Comissão. No quanto foi possível, prevaleceram as normas da Organização Mundial da Saúde. Assim, a nomenclatura latina precedendo a nacional, o nome químico e a fórmula molecular, e mesmo os métodos gerais de análises.

Não se perdeu de vista os recursos laboratoriais dentro da realidade nacional. Por isso mesmo, e quando possível e necessário, adotaram-se métodos diversos, simples e sofisticados, para um mesmo exame. Por outro lado, tendo presente como necessidade incontornável a precisa identificação dos agentes terapêuticos constantes dos fitofármacos, só foram incluídos na Farmacopéia aqueles para os quais já dispomos de métodos eficazes de identificação e doseamento. Edições subseqüêntes sob a forma de Suplementos, e o próprio Formulário Nacional — que certamente se editará — virão preencher lacunas existentes.

A vasta listagem de novos agentes terapêuticos obriga, necessariamente, ajuizar sua efetiva necessidade a nível nacional.

A indústria farmacêutica foi convidada a se manifestar, oferecendo subsídios por via das entidades representativas, contribuição essa que mereceu judiciosa triagem da Comissão.
Acresce, ainda, que a par dessa relação e dos subsídios, tomou-se por legítimo, também, um levantamento dos medicamentos de maior representatividade no receituário e consumo nacionais.

Tem-se, pois, que esse elenco e, mais, as monografias revistas, remanescentes da 2ª edição, constituem, no todo, o acervo monográfico da 3ª edição da Farmacopéia Brasileira.
Por certo restarão outras monografias a acrescentar, tanto como algumas existentes, ou persistentes, talvez possam estar suscetíveis de supressão. Esta evidência só fala em favor da própria Farmacopéia, dinâmica como a terapêutica, e pendente de atualizações mais freqüentes, como soe ser a própria Farmacologia.

Tendo em conta que a 2ª edição da Farmacopéia Brasileira encontra-se esgotada, e que muitas monografias constantes da mesma, não revistas, representam ainda fonte bibliográfica de mérito e com força legal, decidiu a Comissão que o 1º Suplemento da 3ª edição representará, no todo e exclusivamente, o constante daquele acervo, a se publicar em seqüência imediata a desta nova edição.

Críticas, correções e reparos, que se espera, todos serão compreensivelmente aceitos. E roga-se, desde agora, que sejam feitos de modo claro e objetivo, para maior facilidade das edições que se sucederão. Todos eles, quando construtivos, representarão valioso subsídio para o aprimoramento da Farmacopéia Brasileira, tanto quanto este trabalho pretende ser, no confronto natural com a edição anterior.

Obs: Este e-book está disponível gratuitamente no site da Anvisa (link direto)

Farmacopéia Brasileira 4ª Edição - Parte I - Generalidades e Métodos

22 de abril de 2010

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O Decreto Nº96.607 de 30 de agosto de 1988 aprova a Parte I da Quarta Edição da Farmacopéia Brasileira - Generalidades e Métodos. A 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira marca o início de nova era. Trata-se de edição na qual se adota novo sistema de apresentação. O rápido avanço da tecnologia e a crescente complexidade das substâncias medicinais determinam a necessidade de frequentes revisões da farmacopéia.

O presente volume constitui a Parte I da Farmacopéia e compreende as generalidades e os métodos gerais de análise. A Parte II será constituída de monografias de matérias-primas e especialidades farmacêuticas, publicadas em fascículos. Um índice indicará o título das monografias, seus números de referência e a data para sua entrada em vigor.

A Farmacopéia Brasileira em sua 4ª edição tem vigência em todo o Território Nacional. A nomenclatura, os métodos de identificação e análise e todos os demais dados nela contidos prevalecem sobre quaisquer outros assinalados em códigos farmacêuticos diversos. Nos casos omissos, podem ser utilizados a Farmacopéia Internacional, a Farmacopéia Européia e outros códigos farmacêuticos em suas últimas edições.

As monografias da Farmacopéia Brasileira 4ª edição estabelecem parâmetros que o produto deverá satisfazer a qualquer tempo durante seu período de uso e não para serem interpretados somente como especificações para liberação por parte do fabricante. A não inclusão de um fármaco ou adjuvante de fabricação na 4ª edição da Farmacopéia Brasileira não dispensa estas substâncias de análise segundo outros códigos oficiais; assim como a presença de impureza não descrita especificamente na Farmacopéia não significa que a substância pode ser usada pelo simples fato de a Farmacopéia não a especificar. Nestes casos, a decisão deve ser tomada com base no bom senso técnico e nas boas práticas de fabricação.

Obs: Este e-book está disponível gratuitamente no site da Anvisa (link direto)

Farmacopéia Brasileira – 4ª Edição – Parte II - Monografias

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   Link para download dos 6 Fascículos juntos – 30,6Mb

A quarta edição da Farmacopéia Brasileira possui duas partes sendo a parte I composta por generalidades e métodos de análise e a parte II composta de monografias em , até o momento, 6 fascículos.

O Fascículo 1 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Portaria Nº 175, republicada em 19 de junho de 1996.
Obs: Este fascículo está disponível gratuitamente no site da Anvisa (link direto)

O Fascículo 2 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Resolução-RDC Nº 106 dia 27 de dezembro de 2000.
Obs: Este fascículo está disponível gratuitamente no site da Anvisa (link direto)

O Fascículo 3 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Resolução-RDC nº 199, de 12 de julho de 2002.
Obs: Este fascículo está disponível gratuitamente no site da Anvisa (link direto)

O Fascículo 4 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Resolução-RDC nº 150, de 17 de junho de 2003.
Obs: Este fascículo está disponível gratuitamente no site da Anvisa (link direto)

O Fascículo 5 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Resolução-RDC nº73, de 13 de abril de 2004.
Obs: Este fascículo está disponível gratuitamente no site da Anvisa (link direto)

O Fascículo 6 da Parte II da 4ª Edição da Farmacopéia Brasileira foi aprovado pela Resolução-RDC Nº 313 dia 25 de outubro de 2005.
Obs: Este fascículo está disponível gratuitamente no site da Anvisa (link direto)

A identificação das monografias na Parte II é efetuada pelo número de série e o ano da publicação de sua última versão.

Os textos e monografias publicados nos presentes Fascículos anulam os textos e monografias publicados, anteriormente, nesta edição ou em outras edições da Farmacopéia Brasileira sendo válido o texto de publicação mais recente.

Dica: Para encontrar qualquer palavra em um arquivo .pdf segure a tecla Ctrl e aperte a tecla F, aparecerá um quadrado onde você deve escrever a palavra que está procurando. Pressione Enter para localizar a palavra.

Farmacopéia Homeopática Brasileira – 2ª Edição – Parte I – Métodos Gerais

21 de abril de 2010

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FH2

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Após cerca de vinte anos, vem à luz a 2a Edição da Farmacopéia Homeopática Brasileira - Parte Geral - revista e atualizada. E essa cristalização da Farm. Hom. Bras. II representa a luta e o empenho de uma categoria profissional - a farmacêutica - na busca constante para oferecer aos usuários da Homeopatia medicamentos confiáveis e reprodutíveis porque padronizados na sua elaboração, produzidos, manipulados e dispensados de acordo com o que há de mais atual, técnica e cientificamente, no que diz respeito ao medicamento homeopático e, em particular, a farmacotécnica homeopática.

Esta 2a Edição, passa a ser, então, o Código Oficial de todos os farmacêuticos homeopatas do país, assim como obra de consulta para os clínicos que trabalham dentro desta modalidade terapêutica, que é a homeopatia. Acatá-la e seguí-la, na obediência às técnicas e aos preceitos farmacopeicos nela contidos - representará, com toda certeza, a padronização, a reprodutibilidade, a qualidade e a confiabilidade que todo e qualquer medicamento deve ter. E, desde que um dado medicamento seja reprodutível, sob todos os aspectos e não apenas quanto à sua forma farmacêutica, mas também quanto à sua qualidade, por inteiro, também o será na resposta e resultados terapêuticos que dele são esperados.

O que todos almejam, através deste trabalho, é que o clínico e o consumidor ou o usuário do medicamento homeopático, tenham à sua disposição algo que lhes possa dar a certeza plena, a tranqüilidade da resposta terapêutica desejada, uma vez precedida de diagnóstico e medicação corretas, isto porque, têm à sua disposição medicamento, técnica e cientificamente, perfeito.

Sem dúvida alguma, a segurança e a tranquilidade almejadas somente poderão ser alcançadas se o medicamento for de boa qualidade e a mesma só se consegue uma vez obedecidas as técnicas, as normas e as especificações respectivas, não apenas e tão somente, aquelas relativas à qualidade do próprio insumo - ativo ou inerte - mas também aquelas relativas à sua própria farmacotécnica específica, caso a caso.

A Portaria nº1180 de 19 de agosto de 1997 aprova a Parte 1, da 2ª Edição da Farmacopéia Homeopática Brasileira.

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Farmacopéia Homeopática Brasileira - 2ª Edição - Parte II - Fascículo 1

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FH22

A preparação do medicamento homeopático obedece a normas precisa e definidas pelas diversas farmacopéias (tratados sobre a composição e preparação de medicamentos) homeopáticas, a partir das orientações básicas enunciadas por Hahnemann já em 1810, na primeira edição do Organon. No Brasil, a Farmacopéia Homeopática Brasileira foi oficializada pelo Governo Federal através do Decreto nº 78.841, de 25.11.76, e revista e complementada em 1977 pelo Ministério da Saúde.

A Resolução - RDC nº 151, de 17 de junho de 2003 aprovada o Fascículo 1 da Parte II, da 2ª Edição da Farmacopéia Homeopática Brasileira, elaborado pela Comissão Permanente de Revisão da Farmacopéia Brasileira-CPRFB, instituída pela Portaria nº 12, de 20 de janeiro de 2000.

Obs:
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WHO Monographs on Selected Medicinal Plants Vol. 1, 2, 3, 4

17 de março de 2010

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Ao longo das últimas duas décadas, houve um enorme aumento no uso da fitoterapia, no entanto, ainda há uma carência significativa de dados de investigação neste campo. Assim, desde 1999, a Organização Mundial de Saúde (OMS ou WHO) publicou três volumes das monografias da OMS sobre plantas medicinais selecionadas: O volume 1 inclui 28 monografias, o volume 2 contém um adicional de 30 monografias e o volume 3 contém 31 monografias. Ao incluir as 28 novas monografias publicadas no volume 4, somaram um total de 118 monografias em quatro volumes que estão disponíveis gratuitamente no site da OMS para download (http://apps.who.int/medicinedocs/es/d/Js2200e/).

Devido à diversidade de plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos, é difícil a OMS continuar a desenvolver as monografias mais comumente utilizados em plantas medicinais. Um dos objectivos da OMS é o de fornecer modelos de monografias que irá ajudar os países a desenvolver as suas próprias monografias nacionais ou regionais sobre plantas medicinais ou formulários nacionais de medicamentos fitoterápicos.


Índice das Monografias
(ordem alfabética pelo nome da planta, volume, página)

A
Fructus Agni Casti, 4, 9
Bulbus Allii Cepae, 1, 5
Bulbus Allii Sativi, 1, 16
Aloe, 1, 33
Aloe Vera Gel, 1, 43
Radix Althaeae, 2, 5
Fructus Ammi Majoris, 3, 9
Fructus Ammi Visnagae, 3, 23
Herba Andrographidis, 2, 12
Fructus Anethi, 3, 33
Radix Angelicae Sinensis, 2, 25
Aetheroleum Anisi, 3, 42
Fructus Anisi, 3, 53
Semen Armeniacae, 3, 64
Flos Arnicae, 3, 77
Radix Astragali, 1, 50
Folium Azadirachti, 3, 88
Oleum Azadriachti, 3, 102

B
Cortex Berberidis, 4, 30
Gummi Boswellii, 4, 48
Fructus Bruceae, 1, 59
Radix Bupleuri, 1, 67

C
Flos Calendulae, 2, 35
Semen Cardamomi, 4, 61
Flos Carthami, 3, 114
Flos Caryophylli, 2, 45
Herba Centellae, 1, 77
Flos Chamomillae, 1, 86
Fructus Chebulae, 4, 71
Rhizoma Cimicifugae Racemosae, 2, 55
Cortex Cinnamomi, 1, 95
Rhizoma Coptidis, 1, 105
Folium cum Flore Crataegi, 2, 66
Stigma Croci, 3, 126
Semen Cucurbitae, 4, 83
Rhizoma Curcumae Longae, 1, 115
Folium Cynarae, 4, 92

E
Radix Echinaceae, 1, 125
Herba Echinaceae Purpureae, 1, 136
Radix Eleutherococci, 2, 83
Herba Ephedrae, 1, 145
Aetheroleum Eucalypti, 2, 97
Folium Eucalypti, 2, 106

F
Fructus Foeniculi, 3, 136
Cortex Frangulae, 2, 114

G

Radix Gentianae Luteae, 3, 150
Radix Gentianae Scabrae, 3, 160
Folium Ginkgo, 1, 154
Radix Ginseng, 1, 168
Radix Glycyrrhizae, 1, 183
Cortex Granati, 4, 108
Pericarpium Granati, 4, 117
Folium Guavae, 4, 127
Gummi Gugguli, 3, 169

H
Folium et Cortex Hamamelidis, 2, 124
Radix Harpagophyti, 3, 182
Semen Hippocastani, 2, 137
Rhizoma Hydrastis, 3, 194
Herba Hyperici, 2, 149

I
Radix Ipecacuanhae, 3, 204
Lichen Islandicus, 4, 140

L
Aetheroleum Lavandulae, 3, 219
Flos Lavandulae, 3, 229
Strobilus Lupuli, 3, 236

M
Fructus Macrocarponii, 4, 149
Cortex Magnoliae, 4, 167
Aetheroleum Melaleucae Alternifoliae, 2, 172
Folium Melissae, 2, 180
Aetheroleum Menthae Piperitae, 2, 188
Folium Menthae Piperitae, 2, 199
Herba Millefolii, 4, 179
Fructus Momordicae, 4, 192
Gummi Myrrha, 3, 247
Fructus Myrtilli, 4, 210

O
Folium Ocimi Sancti, 2, 206
Oleum Oenotherae Biennis, 2, 217

P
Radix Paeoniae, 1, 195
Radix Panacis Quinquefolii, 4, 226
Herba Passiflorae, 3, 257
Cortex Phellodendron, 4, 244
Rhizoma Picrorhizae, 4, 258
Rhizoma Piperis Methystici, 2, 231
Semen Plantaginis, 1, 202
Testa Plantaginis, 3, 268
Radix Platycodi, 1, 213
Cortex Pruni Africanae, 2, 246

R
Radix Rauwolfiae, 1, 221
Radix Rehmanniae, 3, 286
Cortex Rhamni Purshianae, 2, 259
Rhizoma Rhei, 1, 231
Oleum Ricini, 4, 271
Aetheroleum Rosmarini, 4, 284
Folium Rosmarini, 4, 294

S

Cortex Salicis, 4, 309
Flos Sambuci, 2, 269
Fructus Schisandrae, 3, 296
Radix Scutellariae, 3, 314
Radix Senegae, 2, 276
Folium Sennae, 1, 241
Fructus Sennae, 1, 250
Fructus Serenoae Repentis, 2, 285
Fructus Silybi Mariae, 2, 300

T
Herba Tanaceti Parthenii, 2, 317
Radix cum herba Taraxaci, 3, 328
Herba Thymi, 1, 259
Fructus Tribuli, 4, 323
Flos Trifolii, 4, 335
Semen Trigonellae foenugraeci, 3, 3

U
Cortex Uncariae, 3, 349
Ramulus cum Uncis Uncariae, 4, 35
Radix Urticae, 2, 329
Folium Uvae Ursi, 2, 342

V
Herba Valerianae, 1, 267
Cortex Viburni Prunifolii, 4, 364

W
Radix Withaniae, 4, 373

Z
Rhizoma Zingiberis, 1, 277
Fructus Zizyphi, 3, 359

Anvisa regulamenta o uso de plantas medicinais de tradição popular‏

16 de março de 2010

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Os benefícios das chamadas “drogas vegetais” passam de geração em geração. Quase todo mundo já ouviu falar de alguma planta, folha, casca, raiz ou flor que ajuda a aliviar os sintomas de um resfriado ou mal-estar. Unindo ciência e tradição, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer popularizar esse conhecimento, esclarecendo quando e como as drogas vegetais devem ser usadas para se alcançar efeitos benéficos. A medida faz parte da RDC 10, publicada nesta quarta-feira (10).

“O alho é um famoso expectorante e muita gente tem o hábito de usá-lo com água fervente. No entanto, para aproveitar melhor as propriedades terapêuticas, o ideal é deixá-lo macerar, ou seja, descansar em água à temperatura ambiente”, explica a coordenadora de fitoterápicos da Anvisa, Ana Cecília Carvalho.

Inaladas, ingeridas, usadas em gargarejos ou em banhos de assento, as drogas vegetais têm formas específicas de uso e a ação terapêutica é totalmente influenciada pela forma de preparo. Algumas possuem substâncias que se degradam em altas temperaturas e por isso devem ser maceradas. Já as cascas, raízes, caules, sementes e alguns tipos de folhas devem ser preparados em água quente. Frutos, flores e grande parte das folhas devem ser preparadas por meio de infusão, caso em que se joga água fervente sobre o produto, tampando e aguardando um tempo determinado para a ingestão.

Clique aqui para baixar a tabela que contém a forma correta de preparo em cada caso

Outra novidade da resolução diz respeito à segurança: a partir de agora as empresas vão precisar notificar (informar) à Agência sobre a fabricação, importação e comercialização dessas drogas vegetais no mínimo de cinco em cinco anos. Os produtos também vão passar por testes que garantam que eles estão livres de microrganismos como bactérias e sujidades, além da qualidade e da identidade.


Além disso, os locais de produção deverão cumprir as Boas Práticas de Fabricação, para evitar que ocorra, por exemplo, contaminação durante o processo que vai da coleta, na natureza, até a embalagem para venda. As embalagens dos produtos deverão conter, dentre outras informações, o nome, CNPJ e endereço do fabricante, número do lote, datas de fabricação e validade, alegações terapêuticas comprovadas com base no uso tradicional, precauções e contra indicações de uso, além de advertências específicas para cada caso.

Drogas Vegetais e Fitoterápicos

As drogas vegetais não podem ser confundidas com os medicamentos fitoterápicos. Ambos são obtidos de plantas medicinais, porém elaborados de forma diferenciada. Enquanto as drogas vegetais são constituídas da planta seca, inteira ou rasurada (partida em pedaços menores) utilizadas na preparação dos populares “chás”, os medicamentos fitoterápicos são produtos tecnicamente mais elaborados, apresentados na forma final de uso (comprimidos, cápsulas e xaropes).

Todas as drogas vegetais aprovadas na norma são para o alívio de sintomas de doenças de baixa gravidade, porém, devem ser rigorosamente seguidos os cuidados apresentados na embalagem desses produtos, de modo que o uso seja correto e não leve a problemas de saúde, como reações adversas ou mesmo toxicidade. As informações são da Impresa Anvisa.

Sugestão: Marta Rodrigues via e-mail

Planilha Excel para Controle de Qualidade 2010

7 de janeiro de 2010

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Atualização, Planilhas 2010!
Atualização: Para facilitar a inclusão de matérias-primas na planilha baixe e imprima o arquivo abaixo, ele contém a listagem em ordem alfabética de todas as especificações contidas na planilha, com essa lista em mãos facilita encontrar a matéria-prima que você procura na hora de fazer o registro de entrada.


Leis importantes passaram a exigir que a farmácia de manipulação possuísse em sua estrutura um controle de qualidade que assegurasse a qualidade de suas matérias primas utilizadas na manipulação e dos produtos oferecidos aos clientes. No Brasil, a Resolução RDC número 33, de 19 de abril de 2000, também editada pela ANVISA, institui o Regulamento Técnico sobre Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos em Farmácias, esse regulamento fixa os requisitos mínimos exigidos para manipulação, fracionamento, conservação, transporte e dispensação de preparações magistrais e oficinais, alopáticas ou homeopáticas. Este regulamento prevê também que cada farmácia de manipulação deve ter capacidade de analisar qualitativamente todas as matérias primas adquiridas, além de auxiliar no controle dos produtos acabados fornecidos ao consumidor. Foram implantadas então cinco análises básicas que determinam a qualidade da matéria prima adquirida: características organolépticas, pH, ponto de fusão, densidade e solubilidade, cada vez mais está sendo requerido profissionais com capacidade de interpretar tais análises e dar um parecer de confiança sobre a qualidade dos produtos adquiridos.

Para facilitar a realização dessas análises, a equipe do Blog Magistral desenvolveu uma planilha para excel que auxilia a registrar a entrada de matéria primas, na confecção de laudos, etiquetas e gráficos de produtividade do Controle de Qualidade. A mesma está disponível para download no link abaixo:




O seu uso é simples, só aviso para ter cuidado ao alterar fórmulas pois as mesmas estão interligadas e podem não funcionar dependendo da alteração. Abaixo coloco algumas imagens explicando a utilização da planilha:

OBS: CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR

1) Ao abrir a planilha repare que abaixo existem 6 abas RE, Espec., Laudos, Etiquetas, Gráficos e Peso Auto. Na primeira aba, RE ou Registro de Entradas é onde você colocará as entradas das suas materias-primas, preencha com todos os dados disponíveis na Nota Fiscal e laudos do seu fornecedor.





2) Na aba Especs. você tem todas as especificações de matérias primas, em um filtro alfabético conforme figura abaixo, caso a matéria prima não esteja na lista ela pode ser introduzida, basta descer a planilha até a última especificação e introduzir a próxima, o número à frente do nome é o código da matéria prima.


3) Na aba RE, introduza na coluna Cod. o código da matéria prima e ela aparecerá na coluna Descrição.

4) Depois de pronto o Registro de Entrada, vá para a aba Laudos e digite somente o número do Registro de Entrada para obter o Laudo pronto para ser impresso.


5) Para imprimir as etiquetas é simples, basta digitar o RE no quadrado indicado e mandar imprimir.


Qualquer dúvida deixe seu comentário e e-mail para contato.

Requisitos de um Sistema de Gestão da Qualidade conforme a NBR ISO 9001

4 de janeiro de 2010

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Esta Norma promove a adoção de uma abordagem de processo para o desenvolvimento, implementação e melhoria da eficácia de um sistema de gestão da qualidade, para aumentar a satisfação do cliente pelo atendimento aos requisitos do cliente.

Para uma organização funcionar de maneira eficaz, ela tem que identificar e gerenciar diversas atividades interligadas. Uma atividade que usa recursos e que é gerenciada de forma a possibilitar a transformação de entradas em saídas, pode ser considerada um processo. Freqüentemente a saída de um processo é a entrada para o processo seguinte.

A aplicação de um sistema de processos em uma organização, junto com a identificação, interações desses processos, e sua gestão, pode ser considerada como “abordagem de processo”.

Uma vantagem da abordagem de processo é o controle contínuo que ela permite sobre a ligação entre os processos individuais dentro do sistema de processos, bem como sua combinação e interação.

Quando usada em um sistema de gestão da qualidade, esta abordagem enfatiza a importância de:

a) entendimento e atendimento dos requisitos,
b) necessidade de considerar os processos em termos de valor agregado,
c) obtenção de resultados de desempenho e eficácia de processo, e:
d) melhoria contínua de processos baseada em medições objetivas.

Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde

17 de novembro de 2009

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A Gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) no País, sua concepção, o equacionamento da geração, do armazenamento, da coleta até a disposição final, têm sido um constante desafio colocado aos municípios e à sociedade. A existência de uma Política Nacional de Resíduos Sólidos é fundamental para disciplinar a gestão integrada, contribuindo para mudança dos padrões de produção e consumo no país, melhoria da qualidade ambiental e das condições de vida da população, assim como para a implementação mais eficaz da Política Nacional do Meio Ambiente e da Política Nacional de Recursos Hídricos, com destaque aos seus fortes componentes democráticos, descentralizadores e participativos. A preocupação com a questão ambiental torna o gerenciamento de resíduos um processo de extrema importância na preservação da qualidade da saúde e do meio ambiente.

A gestão integrada de resíduos deve priorizar a não geração, a minimização da geração e o reaproveitamento dos resíduos, a fim de evitar os efeitos negativos sobre o meio ambiente e a saúde pública. A prevenção da geração de resíduos deve ser considerada tanto no âmbito das indústrias como também no âmbito de projetos e processos produtivos, baseada na análise do ciclo de vida dos produtos e na produção limpa para buscar o desenvolvimento sustentável. Além disso, as políticas públicas de desenvolvimento nacional e regional devem incorporar uma visão mais pró-ativa com a adoção da avaliação ambiental estratégica e o desenvolvimento de novos indicadores ambientais que permitam monitorar a evolução da eco-eficiência da sociedade. É importante, ainda, identificar ferramentas ou tecnologias de base socioambiental relacionadas ao desenvolvimento sustentável e responsabilidade total, bem como às tendências de códigos voluntários setoriais e políticas públicas emergentes nos países desenvolvidos, relacionados à visão sistêmica de produção e gestão integrada de resíduos sólidos.

Com relação aos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), é importante salientar que das 149.000 toneladas de resíduos residenciais e comerciais geradas diariamente, apenas uma fração inferior a 2% é composta por RSS e, destes, apenas 10 a 25% necessitam de cuidados especiais. Portanto, a implantação de processos de segregação dos diferentes tipos de resíduos em sua fonte e no momento de sua geração conduz certamente à minimização de resíduos, em especial àqueles que requerem um tratamento prévio à disposição final. Nos resíduos onde predominam os riscos biológicos, deve-se considerar o conceito de cadeia de transmissibilidade de doenças, que envolve características do agente agressor, tais como capacidade de sobrevivência, virulência, concentração e resistência, da porta de entrada do agente às condições de defesas naturais do receptor.

Considerando esses conceitos, foram publicadas as Resoluções RDC ANVISA no 306/04 e CONAMA no 358/05 que dispõem, respectivamente, sobre o gerenciamento interno e externo dos RSS. Dentre os vários pontos importantes das resoluções destaca-se a importância dada à segregação na fonte, à orientação para os resíduos que necessitam de tratamento e à possibilidade de solução diferenciada para disposição final, desde que aprovada pelos Órgãos de Meio Ambiente, Limpeza Urbana e de Saúde. Embora essas resoluções sejam de responsabilidades dos Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente, ambos hegemônicos em seus conceitos, refletem a integração e a transversalidade no desenvolvimento de trabalhos complexos e urgentes.

Formulações Magistrais para Uso Veterinário

15 de setembro de 2009

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Conteúdo:

- Antibióticos
- Antibióticos, Antimicrobianos e Bacteriostáticos
- Antibióticos Macrolídeos e Lincosamidas
- Antibióticos Beta-Lactâmicos: Penicilinas
- Antibióticos do Grupo das Quinolonas
- Antifúngicos (Antimicóticos)
- Anti-Seborréicos
- Anti-Sépticos
- Cardiovasculares
- Vasodilatadores e Anti-Hipertensivos
- Atirrítmicos, Beta-Bloqueadores e Bloqueadores dos Canais de Cálcio
- Gastrointestinais Antiácidos
- Antieméticos
- Exofagite por Refluxo
- Úlcera Gástrica
- Inibidores da Bomba de Prótons
- Otológicos
- Piodermites Canina e Felina
- Sarnas (Escabiose)
- Sarna Demodécica
- Sarna Sarcóptica (Notoédrica)
- Sarna Otodécica
- Sistema Urinário
- Analgésicos
- Antiflamatório
- Higiene e Beleza (Cosmética)
- Shampoo Antiqueda
- Shampoo para Pêlos Danificados
- Shampoo Hidratante
- Shampoo Líquido Desembaraçador
- Condicionador com Ceramidas
- Abrilhador e Repelente com Óleo de Citronela
- Protetor Solar 30 (Fator Aproximado 30)

Tutorial: WinRAR - Compactar/Descompactar Arquivos

10 de setembro de 2009

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Muitos perguntam como utilizar os arquivos que vem com a extensão RAR, esses são arquivos compactados pelo WinRar e é necessária a instalação do mesmo para a utilização dos arquivos que estão compactados neste formato. Após a rápida instalação, baste um clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo que você baixou e escolher a opção "Extrair aqui..." para poder descompactar seus arquivos. Um programa essencial para todos os computadores.

Descrição
WinRAR é um compactador RAR para Windows, inclusive com suporte a outros formatos. Ele promete compactar de 8% a 15% a mais que o seu principal concorrente, o WinZIP. Portanto, se você não quer perder tempo para compactar e descompactar arquivos transmitidos pela Internet, faça um "test drive" deste programa, que tem como diferencial um menu sempre interativo e navegável.

WinRAR é um dos únicos softwares que trabalha com arquivos dos mais diferentes formatos de compressão, tais como: ACE, ARJ, BZ2, CAB, GZ, ISO, JAR, LZH, RAR, TAR, UUEncode, ZIP, 7Z e Z. Também suporta arquivos de até 8.589 bilhões de Gigabytes!

Apesar de ter licença para 40 dias de uso, o WinRAR não expira por completo, pois apenas desabilita algumas características, como os add-ons para criar extrações rápidas (self-extracting) e outras pequenas ferramentas, além de perguntar se o usuário deseja comprá-lo após cada inicialização do programa.

Isso implica em uma grande vantagem, pois, dessa forma, o usuário poderá continuar usando as funções básicas do WinRAR sem necessitar comprá-lo e, por conseguinte, o software também não deixará de funcionar após expirar. Se você optar por comprar a versão paga, terá direito ao uso das ferramentas que podem ser desabilitadas e também contará com atualizações automáticas.

Formulário de Medicina Esportiva

22 de junho de 2009

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(Arquivo gentilmente cedido por marilsa da comunidade Farmácia de Manipulação no orkut)

A diversidade de quesitos nutricionais, não só em termos de alimentação, propriamente, mas também a nível de suplementação com produtos específicos, é algo realmente intrincado, confuso e indecifrável para os iniciantes do Culturismo. O Culturista com boa performance, ou com potencial para tal, necessita ter, além do biotipo favorável para o ganho muscular , também uma boa dose de Cultura, no âmbito da Nutrição Desportiva e Fisiologia Humana. Tudo isso, para planejar adequadamente a dieta cotidiana, e os suplementos que mais se amoldem ao seu biótipo particular e ao estágio de desenvolvimento em que se enquadra, numa determinada fase do seu treinamento.

E é esse, exatamente o tipo de situação para os praticantes brasileiros, já que para eles, o tempo é escasso, o dinheiro é curto e o tipo cultural do nosso povo é totalmente avesso às regras e esquemas complicados, que restrinjam e disciplinem drasticamente os hábitos do dia a dia. Cabe então aos formuladores, procurar desenvolver fórmulas de acordo com a caracterologia do brasileiro, adaptadas à nossa realidade, com o intuito de simplificar e auxiliar a vida do Culturista brasileiro.

1120 Fórmulas Dermatológicas para Farmácia de Manipulação

4 de junho de 2009

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(arquivo gentilmente cedido por Akido da comunidade Farmácia de Manipulação no orkut)

Não temos dados concretos sobre os originais desta publicação, porém é uma ótima fonte de consulta para manipulação de formulações dermatológicas.

Se algum usuário do Blog conhecer os dados originais desta publicação por favor nos envie um e-mail ou comentário.

Abraços Magistrais!
Equipe Blog Magistral

Planilha da Hora Marcada - Modelo 2

2 de junho de 2009

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(Planilha e Procedimento gentilmente cedidos por Anivaldo via e-mail)


Como cada farmácia de manipulação tem as suas particularidades, estamos divulgando um segundo modelo de planilha para agendamento de fórmulas na área de vendas, esperamos que alguma delas seja útil para facilitar o agendamento dos prazos de entrega das receitas da sua farmácia.

Caso não tenha visto o primeiro modelo da Planilha Hora Marcada clique aqui!

Descrição:
- Os horarios de entrega estão divididos em 30 em 30 minutos.
- O horario de entregas pelo motoboy estão em vermelho na tabela, assim quando ocorrer o agendamento o atendente saberá se a entrega será feita de manhã ou a tarde, de acordo com o horario em que a formulação ficará pronta.
- O agendamento é realizado de acordo com o laboratório utilizado para manipulação da fórmula.A quantidade de quadrados são de acordo com a capacidade produtiva do laboratório, e representa uma fórmula a ser manipulada.
- Caso o cliente desejar dois frascos/potes do mesmo medicamento deve-se preencher apenas um quadrado.O tempo minimo de manipulação é de 90 minutos na tabela em questão.
- A mudança da capacidade produtiva depende do numero de manipuladores no horario.
- A capacidade produtiva muda principalmente devido o horario de almoço dos manipuladores.
- O agendamento começa as 08:30h devido o tempo gasto no inicio do expediente para limpeza dos laboratórios.


Exemplo de utilização da tabela de agendamento de fórmulas:
1) Cliente chega às 08:30h e encomenda um medicamento em forma de capsulas, segundo o tempo minimo de 90 minutos o agendamento é feito para 10:00h.
2) Mesmo exemplo anterior, mas o cliente faz o pedido as 13:45h. Nesse caso recomendo que arredonde o horario sempre para mais, então 14:00h + 90 minutos, agendamos para 15:30h.
3) Caso o cliente peça medicamentos que utilizem laboratorios diferentes, agenda-se os horarios de entrega de acordo com a disponibilidade dos laboratorios, e comunica para o cliente o horario da formula que ficará pronta por ultimo. Exemplo: Fez uma encomenda de capsula e creme. O creme fica pronto as 15:00h mas a capsula somente as 17:00h, então informo o cliente o horario de 17:00h para receber os dois medicamentos, mesmo que eu marque no agendamento horarios diferentes, informo ao cliente o horario que a ultima formula ficará pronta.
4) Se o cliente chega às 17:30h, agendamos para o dia seguinte às 09:0h. Lembre-se que a tabela de agendamento inicia às 08:30h.

Obs: Esta é apenas uma sugestão, o Blog Magistral e sua equipe se declaram isentos de quaisquer lucros ou prejuízos obtidos pelas empresas que utilizarem as informações aqui divulgadas.

Planilha da Hora Marcada

2 de abril de 2009

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Todos que trabalham em Farmácia de Manipulação sabem das dificuldades na hora de marcar um horário para entrega de receitas, sempre existem os clientes impacientes que querem o medicamento o mais rápido possível e quase sempre as Promotoras de Vendas acabam cedendo aos caprichos dos clientes.

No fim quem acaba por pagar o preço é o Laboratório que acaba tendo que manipular o medicamento às pressas, o que não condiz com a rotina de um Laboratório de Manipulação de Fármacos, onde manipular um medicamento não é o mesmo que fazer um sanduíche, uma grande responsabilidade técnica sobre a vidas de pessoas está envolvida no processo.

Com este raciocínio o Blog Magistral preparou exclusivamente esta planilha para ser usada em um treinamento simples e rápido com as Promotoras de Vendas, Entregadores e Gerentes de Vendas, que se chama a Planilha da Hora Marcada!

Com esta planilha cada Promotora de Venda tem a responsabilidade de, ao terminar o atendimento ao seu cliente, marcar na planilha o horário e a quantidade de fórmulas que serão manipuladas no laboratório. Este procedimento deve ser constantemente observado pelo Gerente de Vendas.

A planilha deve ser impressa todos os dias (ou ter fotocópias da mesma), deve ser verificada sempre que existirem dúvidas sobre quais horários estão disponíveis e os horários em negrito devem ser estabelecidos como horários fixos de entrega de medicamentos, onde o entregador deve se organizar para pegar todos os medicamentos e calcular a rota que irá lhe proporcionar maior agilidade de entrega.

Marcar receitas sem observar a Planilha da Hora Marcada poderá acarretar em punições às Promotoras de Vendas como a perda do percentual da comissão da receita não marcada na planilha, isso fará com que elas obrigatoriamente criem o hábito de marcar o horário sempre.

A quantidade de receitas a ser marcada por horário dependerá da capacidade do laboratório da sua farmácia a planilha poderá ser modificada e ajustada de acordo com as necessidades da sua farmácia, como foi dito no início este treinamento é apenas uma sugestão.

Este treinamento já foi realizado com sucesso em farmácias de manipulação de porte pequeno e médio e esperamos que ajude na sua.

Abraços Magistrais!
Equipe Blog Magistral

Obs: Esta é apenas uma sugestão, o Blog Magistral e sua equipe se declaram isentos de quaisquer lucros ou prejuízos obtidos pelas empresas que utilizarem as informações aqui divulgadas.

Guia de Controle de Qualidade de Produtos Cosméticos - Uma Abordagem sobre os Ensaios Físicos e Químicos

26 de março de 2009

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Os ensaios de Controle de Qualidade têm por objetivo avaliar as características físicas, químicas e microbiológicas das matérias-primas, embalagens, produtos em processo e produtos acabados. Assim, a verificação da conformidade das especificações deve ser vista como um requisito necessário para a garantia da qualidade, segurança e eficácia do produto e não somente como uma exigência regulatória. Este Guia aborda o controle físico-químico de produtos acabados.

Conforme a legislação brasileira vigente e harmonizada no Mercosul é exigida a apresentação dos dados de Controle de Qualidade (especificações) no ato da regularização do produto. Nas inspeções, é exigida a apresentação das especificações, dos métodos de ensaio e dos registros das análises. A empresa deve cumprir o estabelecido no Termo de Responsabilidade, constante do dossiê de registro/notificação, por meio do qual declara que os produtos atendem aos regulamentos e outros dispositivos legais referentes ao controle de processo e de produto acabado, e aos demais parâmetros técnicos relativos às Boas Práticas de Fabricação.

Este Guia tem por objetivo apresentar aos profissionais e ao segmento da área de Controle de Qualidade de Cosméticos uma abordagem sobre os ensaios organolépticos, físico-químicos e químicos nas distintas formas cosméticas, além de orientar a realização de ensaios quali-quantitativos, a fim de proporcionar produtos mais seguros, eficazes e que atendam às expectativas do usuário, colaborando assim com a proteção à saúde.

Fonte: Anvisa

32 Sugestões para Procedimentos Operacionais Padrão

2 de março de 2009

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CONTEÚDO:

- Aditivação
- Alcoometria
- Aquisição e Qualificação de Fornecedores
- Atendimento de Reclamação de Cliente
- Avaliação e Interpretação do Conteúdo de Certificados de Análises
- Controle da Temperatura e Umidade
- Controle de Embalagens
- Densidade Aparente de Pós
- Determinação da Densidade em Líquidos
- Determinação do Peso Médio em Cápsulas Duras
- Determinação do pH
- Determinação do Prazo de Validade para Preparações Não Estéreis
- Encapsulação
- Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
- Lavagem de Vidrarias
- Limpeza e Sanitização da Caixa d'Água
- Manipulação de Emulsões
- Manipulação de Géis
- Manipulação de Hormônios, Agentes Citostáticos e Antibióticos
- Manipulação de Pastas
- Manipulação de Pomadas
- Manipulação de Xaropes
- Manutenção e Limpeza do Deionizador
- Manutenção Preventiva de Equipamentos
- Operação do Agitador Magnético
- Operação, Manutenção e Limpeza do Destilador
- Orientação a pacientes com Prescrição Magistral
- Prevenção da Contaminação Cruzada
- Reclamação e Medidas Corretivas
- Solubilidade
- Tamisação
- Tamises - Uso, Limpeza e Manutenção

Cartazes e Manual - Como Lavar as Mãos

20 de fevereiro de 2009

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(Manual gentilmente cedido por Sérgio Matthies da comunidade Farmácia de Manipulação no orkut)

CONTEÚDO:

- Cartaz de Higienização Simples das Mãos

- Cartaz de Higienização das Mãos com preparações alcoólicas (Gel ou Solução a 70% com 1-3% de Glicerina)

- Cartaz de Esquematização de Higienização Simples das Mãos

- Manual Como Lavar as Mãos

APRESENTAÇÃO

INTRODUÇÃO

OBJETIVOS

MICROBIOLOGIA DA PELE

TÉCNICAS PARA LAVAR AS MÃOS
1- Técnicas e indicações
a) Lavagem básica das mãos
b) Lavagem e anti-sepsia das mãos
b.1- Pré-procedimentos cirúrgicos
b.2- Outros procedimentos de risco
c) Anti-sepsia direta das mãos, sem lavagem prévia com água e sabão

2- Materiais e equipamentos necessários
Água
Pias
Dispensadores de sabão líquido e anti-sépticos
Porta-papel-toalha (suporte) e papel-toalha

3- Produtos químicos indicados
Germicidas
Sabões

86 Literaturas EmbraFarma

18 de fevereiro de 2009

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Literaturas completas de matéras-primas comercializadas pela EmbraFarma, em formato pdf, lista as principais propriedas das matérias-primas, como nome químico, indicação de uso, posologia, fator de correção, efeitos colaterais e adversos e mais. É uma excelente fonte de consulta para pesquisas rápidas.


Obs: O Blog Magistral não possui nenhum vínculo comercial ou profissional com a empresa EmbraFarma, as literaturas estão disponíveis para download gratuitamente no site da empresa, porém, de forma individual.
 

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